Que nome te vou dar?
- Lidia Amarante

- Sep 25, 2022
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A escolha de um nome para o filho/a pode ser fácil e certeiro para uns mas também um caminho difícil para outros.
Para nós enquanto pais, foi sem dúvida sempre um caminho difícil, principalmente para o segundo filho. Durante o período gestacional, tomámos a decisão de optar por um nome que faça sentido, no seio familiar, várias foram as vozes que se manifestaram com palpites e preferências do seu agrado.
A todos ouvimos, obviamente, mas determinados e não querendo lidar muito com preferências ou influências familiares, mas conscientes que a nossa escolha seria o nome que iria acompanhar o nosso filho para o resto de sua vida decidimos que o nome precisa ser muito bem pensado antes de ser acordado, não tinha que ser um nome que estivesse na “moda”, mas que tivesse força e personalidade na idade adulta, que fosse sonante, que fizesse sentido e transmitisse de alguma forma a tradição e cultura familiar, mas acima de tudo que fizesse sentido para ele.
Entre decisões e indecisões, foi apenas no momento que olhamos para o rosto do que viria a ser e ainda é o nosso menino, um rosto determinado e que ao mínimo toque rezingava tomámos a nossa decisão. RAFAEL
O que pensa sobre o mesmo, nunca questionámos mas continuamos a sentir que o nome que sempre foi acompanhando gerações da família paterna e que se encontrava esquecido á duas linhagens, voltou a fazer parte e que tem tudo a ver consigo e com a sua personalidade.
Continuo a pensar que como pais, devemos cuidar do nome dos nossos filhos, pois o mesmo diz muito sobre si.
























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