Paixão, onde me levas?
- Lidia Amarante

- Jun 21, 2020
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A paixão pelo azulejo e pela cerâmica leva-me a visitas ao Museu Nacional do Azulejo, situado no belíssimo Convento da Madre de Deus, e perder-me no seu acervo ao longo das salas, claustros, capela e cafetaria que albergam uma vasta e diferenciada colecção de azulejos, mostrando toda a sua história em Portugal desde o séc. XV até à actualidade.
É muito difícil, atrevo-me a dizer impossível, percorrer o mesmo sem que nos detenhamos a observar ou ficar indiferentes à sua história, à evolução das técnicas, à influência das épocas, o o fim para que eram produzidos e o que nos narram ou mostram como a história do chapeleiro, o painel da cidade de Lisboa antes do terramoto de 1755.
Alem da exposição permanente que aprecio, o museu proporciona exposições temporárias que acrescentam valor e relevância a artistas e à arte em referência.
Algumas vezes basta-me ficar pela cafetaria, beber algo e deter-me a observar o seu jardim ou os azulejos que decoram a mesma, local onde a vontade renasce e inspira e teço rabisco numa mente cheia de ideias novas.
Sei que têm actividades educativa, nunca participei em nenhuma, porquê? Não sei, nunca pensei muito sobre isso e não existe um motivo para tal, apenas ainda não aconteceu.
Reconheço que através do trabalho desenvolvido no âmbito da investigação e gestão das colecções e documentação, da conservação e restauro e serviço educativo muito tem contribuído para a divulgação, preservação e devolução da arte azulejar ao nosso país e a um novo olhar sobre os mesmos ao mundo.
Costumo percorreu o museu à minha medida, sem tempos marcados ou visitas guiadas, mas o mesmo possui diversos métodos possíveis de visita e sem dúvida, um museu que deves visitar, fá-lo à tua medida, mesmo que seja virtualmente e depois conta-me o que sentiste.






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